quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aventura ou casamento?

Por mais que haja modernidade, os homens ainda procuram uma mulher para casamento, pelos mais diversos motivos. Uns querem porque são “meninões” e procuram uma mãe substituta, outros querem uma empregada, e outros uma mulher para ser sua companheira para a vida inteira. O senso comum é que existe mulher para casar, por dentro de casa, ser mãe dos filhos, dona da casa e confiar a vida a dois; e tem mulher que serve apenas para diversão, ou por que não querem responsabilidades só diversão ou porque não inspiram confiança na fidelidade. Acredito na instituição do matrimonio monogâmico. Enquanto existe a beleza, o dinheiro, a juventude e saúde é fácil conseguir alguém para viver aventuras amorosas. Mas a idade vai passando e o tempo deixa marcas que podem não ser atraentes ao olhar de aventureiros. Manter-se fiel aos próprios princípios foi difícil em qualquer época da história da humanidade, não só nos dias de hoje. Princípios como se guardar para uma relação monogâmica e emocional. Qualquer pessoa que assuma isso publicamente corre sérios riscos de ser ridicularizada e ser rotulada como louca. Mas isso é só mais uma provação que as pessoas tem que passar nessa vida. Falando francamente: com tantas doenças sexualmente transmissíveis assolando a humanidade, fazer sexo segura mas ser promíscuo é, no mínimo, uma grande porcaria. O sexo deve nos elevar às alturas, e não nos prender à Terra com preocupações do tipo gravidez indesejada ou algum tipo de contaminação. Casamento é conviver com alguém dia-a-dia, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Quantas pessoas confiaríamos nossa vida como confiamos em nossa mãe, ou mesmo nossos irmãos? São raras as relações que sobrevivem a graves dificuldades, e raras as pessoas em que podemos confiar em momentos de dificuldades. Difícil encontrar alguém que nos ame tanto que seja capaz de nos contestar e brigar conosco para nos tirar do mau caminho e nos orientar. Lamentavelmente, as pessoas não aprendem com os erros dos outros, não tomam como exemplo para suas vidas e geração após geração repete os mesmos erros de viver aventuras amorosas e de se meter com parceiros errados, apenas pela beleza ou dinheiro. As pessoas falam que só se conhece alguém depois do casamento, outros dizem que não se conhece o outro nem depois do casamento. Isso tudo é bobagem: logo no início da relação o parceiro (a) dá indícios de quem ele (a) realmente é. A conveniência de um é que faz o outro ignorar os defeitos alheios, defeitos esses que inviabilizam uma relação duradoura, mas que no começo “tudo são flores”. Conversa fiada.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Liberdade para errar

Uma das piores coisas que a sociedade pode fazer com a nossa confiança é não permitir que as pessoas errem. Quando erramos feio e bastante, tendemos a ser condenados pessoas. Muitos erros que poderíamos cometer não prejudicaria a vida dos outros, podendo, no máximo, provocar um leve desconforto. Mesmo assim, a opinião geral é de condenar qualquer um que discorde do senso comum. O que deve ser oferecido às pessoas é a oportunidade de se conhecerem através dos erros que podem cometer. ninguém deve usar “mascaras”, disfarçar, pensar demais no que vai pensar ou fazer. Ser espontâneo no que se sente e se diz é o que deve ser valorizado. Errar sem ser condenado. Lembrando que me refiro àqueles erros não prejudicam aos outros. Afinal, só temos esta vida para aprendermos tudo o que precisamos. Viver é uma aventura rumo ao desconhecido, e não se aprende a caminhar sem cair e sem se levantar novamente. A vida é curta e perder tempo com detalhes inúteis é desnecessário. Mas se deixar levar apenas pelos instintos e impulsos primitivos é divertido no início enquanto há saúde, dinheiro e juventude, a pele está vistosa, a flacidez controlada e a barriga disfarçável. Mas depois que os problemas surgem as pessoas querem soluções milagrosas para os problemas que elas mesmas criaram. Gastar mais do que ganha, beber mais do que deve, ter relações sexuais promíscuas tem consequências sérias. Esse é o tipo de erro que se comete por tolice ou imprudência. Ser responsável nos atos que se pratica é ser realmente maduro. Errar é permitido, desde que se conheça as consequências e esteja com disposição a pagar o preço pelo aprendizado. Mesmo que não se faça nada, por medo de errar, cedo ou tarde a vida colocará desafios que obrigará cada um a sair do seu “mundinho” e “porto seguro” para ser testado. É inevitável.

domingo, 18 de agosto de 2013

A fé nos dias de hoje

Dizer que se tem fé nos dias de hoje é fácil, ainda mais com o crescimento exponencial de igrejas evangélicas das últimas décadas e com a quantidade de leis que existem no Brasil condenando a discriminação e reforçando a tolerância religiosa. Ter o comportamento exemplar condizente com a fé é que é o verdadeiro desafio, ainda mais para um homem que estiver em um ambiente de baixo nível cultural onde qualquer atitude é logo associada a sexualidade ou sanidade mental. A sociedade ainda tem alguma tolerância com a mulher que quer se manter pura ou é recatada, as com o homem a pressão social para errar é muito grande: ou ele cai na farra ou é logo discriminado. Antigamente, logo no início da cristandade, qualquer um que professasse sua fé em Jesus Cristo era perseguido, martirizado das formas mais cruéis: crucificação, esquartejamento, apedrejamento e era lançado no famoso circo de leões. Hoje em dia, no Brasil, a perseguição para quem quer assumir sua fé é executada principalmente como pressão psicológica, ou seja, ser ridicularizado pelos demais do meio social que acha um absurdo alguém querer se manter puro ou reconquistar a inocência a muito perdida. Essa mesma sociedade só se lembra de invocar a Deus quando surge um caso de doença ou problema sério familiar ou com as amizades e querem dar uma palavra de conforto, tipo “Deus ajudará” ou “Deus sabe o que faz”. Assumir publicamente a fé significa estar preparado para os desafios que ela exige e que serão postos de diversas formas. Uma fé que não resiste às provações é vazia. A facilidade que se tem para pecar nos dias de hoje é imensa: bebidas alcoólicas, danças sensuais, letras de músicas de baixo nível incentivando a sexualidade e promiscuidade, entre muitas outras. Manter-se no caminho da retidão é um exercício diário de fé.

sábado, 10 de agosto de 2013

As homens e mulheres de hoje

Eu tinha receio de não conseguir me casar antes que acabassem as mulheres do mundo. De certa forma, eu estava certo: este dia está chegando. Com esta onda de excessos de igualdade, de independência feminina, de liberação sexual e decadência moral, a essência feminina está se perdendo e as mulheres, como as conhecemos, estão em vias de extinção e deveriam entrar para a lista de espécies ameaçadas. Antes era possível olhar uma mulher e ver características tipicamente femininas. Hoje em dia mal dá para distinguir uma mulher de um homem, tanto nas vestes quanto o comportamento. O sorriso feminino, tão encantador no passado, quase já não existe mais nos dias atuais. As mães devotadas de ontem estão cada vez mais raras. As mulheres tem tido filhos não por amor, mas por descuido ou ingenuidade para segurar um homem. Hoje em dia, as mulheres estão bebendo tanto quanto os homens e até o interesse pelo sexo está diminuindo. O clássico jogo da sedução fui substituído pelo simples ato do escambo ou troca: o homem paga umas cervejas para a mulher, leva ela para a casa dele e ele poderá desfrutá-la como desejar. Quem vai confiar em casar com uma mulher deste tipo e coloca-la dentro de casa? Só se ele for muito ingênuo, e poderá nem conseguir entra rem casa por causa do par de chifres que poderá ganhar, ou ainda colocar dentro de casa uma mulher encrenqueira que nem os pais fizeram questão de segurar até o casamento. E depois elas dizem que os homens não querem relação séria. Quando vejo uma mulher de vestido e comportamento feminino tenho que me certificar que é realmente uma mulher e não um “produto” genérico ou falsificado, um homem disfarçado. Mas quando percebo que é uma mulher de verdade, digo a mim mesmo: “O mundo não está totalmente perdido, ainda há salvação para esta geração”. Claro que nem tudo é negativo e tem muitas mulheres de hoje tem méritos a comemorar: estudam muito mais, comandam equipes de pessoas e empresas, sustentam a família com seu trabalho. Estão mais companheiras e menos dependentes dos homens, se querem alguém é para fazer companhia e não apenas para sustenta-las, trabalhando para construir algo pro bem do casal e da família. Até agora só fiz esculachar as mulheres, mas os homens são tão ou mais responsáveis pela situação atual quanto as mulheres. A palavra homem era facilmente associada - num passado não muito distante - a segurança, força, determinação, perseverança, decisão, coragem, virilidade, orgulho, inteligência e proteção. Hoje em dia a palavra homem quase não passa mais apenas de uma palavra. Tudo aquilo que um dia invocou parece fazer parte de um passado distante. O homem tradicional era um porto seguro para sua família e para a comunidade em geral. Era a referência em momentos de turbulência e de conflitos. Era alguém em que os mais desprotegidos poderiam recorrer. Mas tudo isso mudou. Enquanto as mulheres avançaram nas conquistas sociais, os “homens” se acomodaram. Elas foram a luta, conquistaram o direito, de estudar, votar e trabalhar; e eles, se acomodaram na casa dos pais, no lazer com os amigos, nas relações passageiras, na malhação da academia, na cerveja do bar e no futebol de domingo. Aquele homem que poderia ter o título de Homem também está em extinção. Ainda existem alguns valentões que acreditam que ser homem é ser violento, grosseiro e ignorante, mas até estes desabem diante de um trabalho que exigem algum esforço físico ou coragem para superá-lo. Não podemos esquecer de mencionar os eternos meninões ou garotões: homens que tem mentalidade e comportamento de adolescente em todas as fases da vida: gostam de ter relações sexuais com variadas mulheres no mesmo período; não tem capacidade de estabelecer uma relação monogâmica em cada relação; são irresponsáveis e esbanjadores; arranja mulher para morar com ele e leva ela para morar em casa para os pais dele a sustentarem; arranja filho pra mãe dele cuidar, enquanto ele vai continuar a transar irresponsavelmente com outras mulheres; quem impressionar os amigos e o sexo oposto usando produtos caros, mesmo sem ter condições financeiras pra isso. O meninão vive da mesada que recebe. Mesmo quando já é um homem independente financeiramente, trabalhando para si ou para terceiros, a remuneração não passa de uma mesada paga pelos novos pais (empresa) e que pode esbanjá-la com carrões, mulheres e bebidas. Quando arranjam uma mulher segura de si e madura, na verdade ele está arranjando uma mãe substituta que vai cuidar dele e de seus interesses enquanto ele continua com aventuras extraconjugais. Esse tipo de “homem” garotão é interessante para as mulheres, porque num primeiro momento ele é jovial, com de sexo, esbanjador, conquistador, veste-se bem, perfumado, gosta de baladas e de beber muito. Tudo que uma mulher independente ou dependente quer. Mas tem um preço, ela não conseguirá muda-lo e vai sofrer muito com a concorrência que terá de outras mulheres e dos amigos dele. Louvável que houve uma maior sensibilização por parte do sexo masculino e algumas atividades que eram executadas apenas pelas mulheres hoje em dia os homens tem executado sem nenhum constrangimento, como: fazer compras no supermercado, escolher, frutas e verduras, arrumar a própria cama, lavar a própria roupa, cozinhar em casa e arrumá-la, lavras pratos e panelas, pregar o botão da roupa, admitir que errou e pedir desculpas.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Crença não é brinquedo

Por mais que eu queira escrever minhas ideias de forma isenta de influências religiosas, não consigo. Se eu fizer isso sinto que minhas palavas serão vazias e sem sentido. As pessoas, em sua maioria, pensam que acreditar em Deus é o suficiente para ter uma vida livre de provações e sofrimentos. Acreditar em não é solução mágica para evitar o sofrimento, mas evita que soframos desnecessariamente e sem propósito. Deus não é um gênio da lâmpada e nem está a nosso serviço. Não se pode recorrer a Ele apenas quando estamos desesperados por soluções ou quando queremos manter o que conquistamos. Acreditar em Deus, seguir suas orientações que ele nos dá pelo nosso coração e confiar Nele sem hesitação é que é a solução. Cuidando para que esta confiança absoluta seja em Deus e não em uma fantasia criada pela própria imaginação. Deixas Deus guiar nossos passos é muito mais fácil do que pensamos, mas não dá para impor regras ou condições para sentí-Lo em nossa vida. Não se pode colocar nada nem ninguém acima Dele. Um dia todos nós iremos partir desta vida. A diferença está como levamos nossa vida inteira, das decisões que tomamos e se já estaremos preparados para encontra-Lo face a face e prestar contas de nossos atos. Todos temos missões e responsabilidades nessa vida e recebemos talentos para executá-las. Os problemas do cotidiano não são desculpas para não fazermos nada, mas razão para lutar ainda mais.