sábado, 11 de fevereiro de 2017

Duas pessoas

As pessoas se comportam como se fossem duas: uma pessoa social, também conhecida como consciente ou superego, que é aceita por se enquadrar nos valores daquele grupo específico, seja ele família, colegas de escola ou trabalho.
E tem aquela pessoa que é seu verdadeiro Eu real que, às vezes, passa a vida sendo sufocada pelo receio da pessoa ser excluída de determinado meio social.
Essa divisão que as pessoas criam em si só provocam prejuízos para elas mesmas. Dividem suas forças e seria talentos, sua criatividade e capacidade de resolver problemas ficam reduzidas e também ficam vulneráveis aos vários tipos de influências externas. Essa divisão traz insegurança sobre suas próprias decisões e enchem de dúvidas seus corações.
É na velhice que ou em uma doença grave que as pessoas descobrem quanto tempo perderam tentando ser agradáveis e aceitas por pessoas que não gostavam delas e não compartilhavam dos mesmos sentimentos e ideais. O abandono da a pessoas repensarem seus próprios valores, mas às vezes é tarde para reverter uma situação e o jeito é arcar com suas dolorosas consequências.
Particularmente, tenho trazido meu verdadeiro Eu para a superfície, depois de anos sufocando ele, com consequências sociais imprevisíveis se mesmo para mim. Sufoquei meu verdadeiro Eu para poder fazer parte dos grupos sociais em uma nova cidade. Vã tentativa de em me entrosar em teria de minha essência. Não aconselho ninguém a fazer isso. Perdi tempo demais preocupado com as opiniões alheias e desprezei meus talentos para tentar ser igual aos outros.

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