segunda-feira, 13 de março de 2017

Mudanças - parte II

Tenho escrito como forma de melhorar minha capacidade de organizar e expressar minhas ideias. Porém o que estou escrevendo e como estou pensando atualmente está tendo consequências em minha vida social: as pessoas que tem contato comigo e pensam que me conhecem estão estranhando meus comportamentos cada vez mais diferentes do que eram até a algum tempo atrás. Estou estudando e procurando ser uma pessoa cada vez melhor a cada dia, mas tido tem um preço e se queremos alguma mudança em nossas vidas temos que nos esforçar e fazer por merecer dias melhores. Quem pensa que me conhece não sabe qual meu propósito no que escrevo e qual o caminho que escolhi, mas sei que estão se agarrando cada vez mais de mim. E parte mim também é difícil a convivência com quem sequer tem a capacidade de fazer as perguntas certas ou perceber o que ocorre em sua própria volta.
Eu sabia que o preço da mudanças seria amargo e adiei por décadas qualquer mudança perceptível aos olhos dos outros. Renunciei a mim e aos meus princípios para parecer uma pessoa comum e me misturar na multidão. Deixei tripudiarem de mim e me maltratarem, tudo para não ficar isolado, e o que eu mais temia sempre aconteceu, fiquei isolado. Por isso vejo que não devemos ter medo de nada, pois o medo e a ansiedade só trazem o que não queremos. Gastamos tanto tempo e energia para evitar algo que tudo que fazemos é atrair o que mais queremos evitar.
Tenho visto muitas pessoas se aposentarem e até falecerem, sem dizerem com suas atitudes o que vieram fazer neste mundo. Não deixam nenhum ensinamento, nenhum exemplo a ser seguido e nem uma palavra de sabedoria ou conforto. Eu quero a fazer a diferença e meu coração me conduz nesta direção, mesmo sendo amargo para mim. Estou me afastando gradativamente das redes sociais e de contatos meramente virtuais. Divulgar planos antecipadamente não ajuda e só atrapalha.
Sei que a recompensa em seguir o caminho da retidão traz grandes recompensas e felicidade ainda nesta vida. Já estive varias vezes com a felicidade e prosperidade em minhas mãos, mas deixei escapar por não me sentir merecedor e não ter autoestima suficiente por mim naqueles tempos. Por isso resolvi me preparar duramente para passar logo desta fase que parece ser interminável nesta fase da vida.
Devido aos inúmeros problemas que tive ai longo do tempo, terei que reduzir ao máximo a exposição do meu lado humorístico. Ele me fez companhia durante muito tempo e foi um companheiro para me deixar mais a vontade com as pessoas. Mas exagerei na dose e deu margem para que as pessoas me faltassem com respeito e até me maltratassem, aflorem de me tratarem como eu sendo um imbecil. Se eu tentasse falar serio, as pessoas pensavam que eu estava exibindo meus conhecimentos, mas se eu brincasse demais, me faziam sofrer. Tudo porque eu não suportava estar só, ou seja, eu era castigado por querer ter a atenção de alguém. Me viam como sendo uma pessoa carente e tratavam esta carência como uma doença contagiosa.
Não recomendo ninguém tentar ser uma pessoa melhor se não estiver s passar longos períodos solitários, perder aqueles que se dizem seus amigos e ter até sua sanidade mental questionada em várias momentos. Não é um caminho fácil para que não tem um propósito maior em sua vida, além de estar confortável em seu porto seguro.
Que Deus me dê forças para passar por este período tenebroso. E que eu encontre logo meu cantinho no paraíso e não ser mais desprezado por querer estudar para ser uma pessoa melhor.
Quando você muda de comportamento e visão de mundo, todo o ambiente a sua volta muda, assim como as pessoas que estão ao seu redor. Se estivermos de mal humor, afetamos nosso ambiente, assim como também o influenciamos se tivermos entusiasmo por algo.
Temos a capacidade de realizarmos mudanças profundas em nos mesmos e nas outras pessoas, sendo que a pessoas não mudam de comportamento facilmente por imposição, na se aceitarem boas ideias como sendo delas. É o famoso dom de convencer e persuadir.
 

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